Mostrar mensagens com a etiqueta Casemiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Casemiro. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 11 de março de 2015

Porto vs Basileia

Nota introdutória: Jogo de Braga sem direito a crónica dada a proximidade de jogos. Exibição de gala, enorme a superioridade em todos os momentos de jogo. Porto controlador, Braga a ver jogar e a dar lenha. Um desastre a lesão de Jackson por tudo o que simboliza neste momento. Fé em Aboubakar. Tello continua imparável! Palavras de Conceição? Apenas o reflexo de uma valente dor de cotovelo ou como diriam os ingleses, não passa dum butt-hurt. CONTINUAR A PRESSIONAR ATÉ ELES CAÍREM!

Porto vs Basileia
O nosso Porto está de volta. E digo "nosso" porque os ideais e princípios que o fizeram grande estão vivos como há muito não se via. Começa a ser difícil não sentir uma afinidade tremenda por esta equipa e por este treinador. Principalmente tendo em conta o percurso da mesma até hoje. Não vou repetir as (óbvias) questões relativas à revolução de plantel. Falemos do que foi o inicio do reinado de Lopetegui com alguns - demasiados - adeptos e comunicação social a malhar a torto e a direito por causa de "espanhóis", "rotatividade" ou Quaresma. Resistiu a isso tudo, resiste ao campeonato mais vergonhoso de que me lembro. Resiste a lesões de jogadores fundamentais como Óliver (2x), Casemiro, Jackson e hoje Danilo. Resiste a adversários a darem pancada do principio ao fim dos jogos com arbitragens complacentes (hoje foi só mais uma dessas noites). Ah, e com a qualidade exibicional sempre a subir. Têm qualquer coisa de especial. Plantel e treinador. Não custa continuar a sonhar...


Sem Jackson e com Óliver ainda limitado, Lopetegui apostou na continuidade e lançou Evandro e Aboubakar para o lugar de Jackson. Mas a qualidade e as ideias de jogo mantém-se. Jogue quem jogar. E isso é mérito de Julen. Basileia mais uma vez em modo Mortal Kombat liderados por um Walter Samuel que ainda se deve estar a questionar como jogou tantos minutos em ambas as mãos desta eliminatória. Não me lembro de uma equipa tão violenta com quem tenhamos jogado na Europa. Remetidos à defesa mas pressionando alto no meio-campo voltaram a não criar grande perigo ao Porto. Uma primeira-parte controladora do Porto com um grande golo de Brahimi (tanta classe Yacine) e um momento que podia marcar psicologicamente a equipa. A lesão de Danilo tendo em conta o estado em que ficou o nº2. Fiquei genuinamente preocupado e ansioso assim que vi a ambulância entrar. Parece que não será nada de muito grave mas foi um valente susto. 

Fomos tão melhores que o Basileia. Porque esta equipa continua a evoluir e a superar-se jogo após jogo. Foi incrível ver a qualidade nas trocas de bola, a fabulosa reacção à perda de bola, a pressão sufocante no adversário, a consistência desta "muralha" defensiva (mesmo com Alex Sandro no lado contrário e Martins Indi a defesa esquerdo), assim como a capacidade incrível para resistir às adversidades como a arbitragem horrível. E tivemos direito a enormes golos no Dragão hoje. TODOS eles foram grandes golos. Brahimi que tem andado à procura da melhor forma parece ter voltado às grandes exibições Hoje foi mais uma noite europeia memorável. Aguardemos pelo desfecho destes Oitavos de final para pensar em adversários. Em jeito de Totobola aposto em Chelsea, Bayern, Barcelona, Borussia, Mónaco e Leverkusen para passarem. Com a possibilidade dos "tubarões" se defrontarem entre si, podemos ter um cheirinho a 2004?


Positivo (+)

Casemiro - CA GANDA GOLO MOOOOÇO! E que exibição. Está com uma confiança brutal e parece ter lido todas as criticas feitas porque está melhor a todos os níveis. Faz menos faltas, está mais reactivo, está mais assertivo no passe curto e longo. Fez uma estupidez de recuperações de bola no meio-campo. Uma exibição de encher o olho. Está, como toda a equipa, a crescer a cada jogo que passa. Será talvez injusto nomear o Melhor Jogador em campo numa grande noite europeia de toda a equipa. Mas a haver um teria de ser Casemiro.

O estar vivo - Se recuarmos um ano, estávamos de rastos. Derrotados, a começar num treinador sem alma, num plantel que não era este mas que era para fazer muito mais do que foi feito, e estávamos em guerra uns com os outros. Cada passe falhado era razão para assobios, cada ataque adversário era razão para suores frio e ansiedade. 365 dias depois estamos nos quartos de final da Champions, estamos (ainda) na luta pelo campeonato, mas mais importante que tudo: o plantel "da revolução" é o mais jovem de sempre do Porto e está a praticar um futebol de grande equipa. Coesos, agressivos, com uma entreajuda fantástica e a celebrar os golos juntos. Nos últimos 13 jogos em casa, não sofremos golos em 11. E em 9 ganhámos por mais de dois golos. Ah, e o Dragão ontem voltou a estar bem vivo como já não se viva desde o Minuto K. É tão bom voltar a estar vivo!

Evandro - Equilíbrio. É a melhor forma de o definir. Causa alguma confusão pensar que andou "perdido" tanto tempo e que só chegou a um grande clube aos 28 anos. A forma como complementa o meio-campo seja a defender ou a atacar faz-nos questionar se não terá ganho o lugar ao mágico Óliver. Parece ligar Herrera e Casemiro com o resto da equipa ou dito de outra forma, parece ligar o jogo interior da equipa de uma forma mais coesa. Adorei vê-lo a receber a bola e a dar de primeira com aquele toque de bola fabuloso e logo a correr para desequilibrar o Basileia. A forma como protegeu a bola deixou os suíços raivosos a espumar da boca perante a sua classe. Grande exibição. 

Desorganizar para organizar - Este é um mais para Lopetegui. Quando após a lesão de Danilo desviou Alex Sandro para a direita e fez entrar Indi para a esquerda temi pela nossa organização defensiva. Se fosse FM teria posto o Indi na direita, numa de não mexer muito para não estragar. Mas como o mister é que sabe viu-se que a qualidade de jogo se manteve. Indi teve uns números espectaculares fora da sua posição (completou 96% dos passes e ganhou os 4 duelos em que esteve presente), Alex Sandro manteve a qualidade e podia tão simplesmente ficar chateado pela mudança de flanco. Mas todos os jogadores parecem focados, com uma entrega incrível, e sem queixumes ou lamurias. Lopetegui chamou-lhes "animais" pela forma como treinam e como jogam. Eu chamo-lhes "bestinhas cheias de talento". Grande noite para comprovar que plantel e equipa técnica estão no caminho certo.

Negativo (-)

Basileia - Juro que esperava muito mais da equipa Suiça. Bater é fácil, Paulo. Jogar à bola é mais difícil. Não percebo como é que é possível não ter havido mais expulsões nesta eliminatória. Ridícula exibição de um bando de caceteiros que ficaram frustrados por nem conseguirem cheirar a bola. A entrada do sabujo do Derlis Gonzalez no Brahimi podia ter tido consequências bem graves. Walter Samuel no Alex Sandro a mesma coisa. A cotovelada do outro boi raivoso no Indi é indescritível. E falo destas porque me ficaram na memória. Mau demais e pior a arbitragem permitiu tudo isto.


Não ganhámos nada mas as sensações são muito boas. Há 8 anos que não íamos aos quartos. Quero o próximo jogo para continuar a ver futebol deste. Venha o Arouca! E fé no Braga...

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Moreirense x Porto

Jogo no sempre difícil campo de Moreira de Cónegos e em véspera dum derby Lisboeta que se correr para o nosso lado, pode irá pôr o Benfica sobre brasas. Estando obrigados a ganhar todos os jogos até ao final do campeonato (e esperar que o SLB vá largando pontos), Lopetegui repetia o onze deixando os "titulares" Indi e Brahimi no banco. Moreirense bem organizado (tem pinta o mister Miguel Leal).

Uma primeira parte bem definida pelo Z ao intervalo por "meh". Um relvado em mau estado acabou por obrigar Cardozo e André Marques a sair lesionados. Porto controlador mas pouco incisivo. Acabou por chegar à vantagem através de who else but Jackson Martinez. Herrera descobre Jackson e o colombiano num remate forte, ainda que batendo num defesa, acaba por fazer o 1-0. Até ao intervalo foi um bocejo geral, apesar do Moreirense sempre que tinha bola (e espaço) criava perigo.
A segunda-parte iniciava-se nos mesmos moldes da primeira. Porto controlava, Moreirense aguentava. Casemiro fez o 2-0 aos 58' depois de um bom cruzamento de Herrera novamente. Tello ainda teve 2 excelentes oportunidades mas não conseguiu repetir o golo da jornada anterior. Fabiano ao contrário da primeira-parte (onde tem uma defesa ridícula a um remate fácil) foi decisivo ao aguentar o 2-0 algures pelos 60 minutos. Com uma saída à Helton, impede o remate de José Pedro. Se Moreirense marcava ali... Até ao fim controlo absoluto do Porto com algumas situações de contra ataque que sempre soubemos resolver da melhor forma. E houve ainda tempo para os regressos de Brahimi e Aboubakar. Vitória incontestável. 3 pontos e vamos desejar que o derby traga boas noticias.

(+) Positivo

Jackson - Fez o golo 5000 da história do clube. Marcar simbólica de um avançado que nunca foi completamente consensual entre os adeptos mas... É um avançado completo. Quando faz aqueles movimentos fora da área de costas para a baliza. aguenta cargas, segura, temporiza e a dá a bola aos companheiros... Meu Deus. É um animal físico, um animal técnico, um animal finalizador. Jogaço.   

Marcano - O espanhol é sinónimo de segurança. A leveza com que limpou tudo pelo ar ou pelo chão foi incrível. Muito mais consistente e seguro que Maicon esta época. Não complica passes, não complica alívios e parece sempre muito concentrado durante o jogo. Titularíssimo para mim. 

Casemiro - Jogaço! Tanto eu como o Z temos deixado o brasileiro com as orelhas quentes nos pós jogo desta época. Mas ontem Casemiro apareceu em todo o lado a recuperar bolas. E as dobras? Ui! Um bom jogo do brasileiro a dar muita consistência ao meio campo defensivo.

O lado bom de Herrera - Se se abrisse o crânio de Héctor, iamos ver que existem 2 chips. O bom e o mau. O chip bom faz com que Herrera descubra Jackson em lances como o primeiro golo, meta a bola pronta para Casemiro encostar no 2-0 ou que apareça sempre junto das alas a oferecer soluções de passe. O chip mau... é tratado mais abaixo. Herrera foi determinante mesmo no meio de algumas cagadas.

(-) Negativo

O lado mau de Herrera - "As diarreias mentais de Héctor" daria uma boa tese de futebol. Provavelmente um dia teremos de arranjar uma categoria "mais ou menos" para o Mexicano. Aquele seu jeito atabalhoado quando sem bola em transição defensiva em que parece não fazer ideia de onde se deve posicionar, é angustiante. Depois de uma falta parva de Quaresma, quando a equipa saia para o ataque, o Mexicano decide colocar o braço esquerdo para receber a bola numa zona perigosa relativamente perto da área portista. What the fuck Héctor?!

Os passes longos/mudanças de flanco - Passes de 30/40 metros de um lado ao outro do campo. São bonitos de se ver quando são bem executados e podem apanhar o adversário descompensado. Mas quando há Maicon e Herrera como executantes é desesperante ver a quantidade de bolas perdidas dessa forma. Até quando vamos insistir nisto? 

Xistra a ser Xistra - Horrível durante os 90 minutos. Um penalty por marcar sobre Maicon na primeira-parte. Faltas ridículas assinaladas aos jogadores do Porto onde o mínimo toque, mesmo que no mindinho, eram motivo para apitar. E ainda conseguiu uma coisa fantástica que foi travar um ataque portista ao deitar Óliver ao chão... 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Gil Vicente vs Porto

Já passaram muitos dias do jogo mas não tem sido fácil escrever a crónica quando computadores cometem suicídio e pulsos incham sem razão lógica. Foi um jogo que não se avizinhava fácil e que nós tornámos num festival de golos bonitos. É verdade que até o Jander decidir que era tempo de ver o segundo amarelo, o jogo estava algo empenado. Mas dada a "estratégia" da equipa de José Mota, e por estratégia entenda-se "bater em tudo o que mexa e bola na frente à espera de uma ajuda divina", era de esperar que mais tarde ou mais cedo a qualidade da equipa de Lopetegui acabasse por se impor em Barcelos. Casemiro que até ao estouro de fora da área estava a realizar uma exibição cinzenta, pegou na bola e "cá vai disto". Um grande golo que abria caminho para uma noite tranquila. Na segunda-parte houve tanto Porto que poderíamos estar aqui a falar de um resultado histórico. Tantas oportunidades e tanto domínio acabaram por ficar bem expressivos nos números finais. 1-5, mais uma vitória com grandes golos e futebol bonito praticado numa noite gélida. 3 pontos preciosos numa altura em que convém mostrar ao Benfica que estamos prontos e que não vamos desarmar. 

(+) Positivo

Óliver - Pequeno maestro. Tem tanto futebol nos pés, cabeça, costas, ombros, joelhos... que até faz confusão. Num meio campo sem grande mobilidade é SEMPRE este anãozinho que procura criar linhas de passe. Aquela finalização com a bola picadinha por cima do Adriano, hmmm, repleta de classe, Podemos já ficar com ele please? 

Jackson - Que bestinha. Marca golos com pé esquerdo, pé direito, cabeça e ainda tem aquele toque de bola delicioso. Quando a equipa está a dominar como dominou neste jogo, Jackson brilha ainda mais. Mais um grande jogo e aquele quinto golo... Meu Deus!

Quaresma - Entrou bem e começa a dar razão a Lopetegui porque rende muuuuito mais quando entra na segunda parte frequinho pronto para dar cabo dos rins dos laterais adversários. 

Lopetegui - Mandar aquecer Quaresma ainda na primeira parte foi um claro sinal para quem não estava a render em campo. Gostei. 

(-) Negativo

Casemiro - Demasiado lento. Com bola, sem ela, Tarda em acordar quando a equipa está a ser pressionada. 

Tello - Muita correria e pouco discernimento. Será que voltando ao lado esquerdo (com Brahimi na CAN) vai voltar a brilhar? 

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Porto x Benfica

Derrota com o eterno rival deixa sempre marcas, mas esta deixa para mim um sentimento de impotência. Controlo total do jogo por parte do Porto, com um Benfica em modo "Liga dos Ultimos" a abusar do alivio em balão e do anti-jogo. Tanto, mas tanto tempo perdido por uma equipa que se diz grande deixa transparecer muita falta de confiança. Tal como os festejos no final do jogo. Mas já lá vamos...


Acima de tudo fomos anjinhos. É o termo certo. E sublinho o fomos. Nós todos. Treinador, jogador, estrutura, direcção e principalmente adeptos. Não percebemos a importância deste jogo. Da ultima vez que o Benfica foi campeão, alguém se lembra do mote durante a ÉPOCA INTEIRA? Grito de revolta. O nosso treinador na altura usou e abusou dessa expressão, mas ficou claro para todos no mundo azul e branco que esse era o mood para a época. Há muitas diferenças desde esse ano. Até porque Lopetegui teve de fazer uma equipa e AVB herdou a estrutura de Jesualdo Ferreira. Era necessário um clima de tensão para o adversário. Não sou apologista de pedras em autocarros, mas quero que os adeptos assobiem o rival do primeiro ao ultimo minuto quando este tem a bola na nossa casa. Quero que quem está no banco se levante e proteste veementemente quando um árbitro assinala 4 faltas ao Maxi Pereira sem qualquer cartão saído do bolso. Quero que o meu capitão vá fazer aquela pressão (pode não ser bonito mas é essencial) no árbitro quando o Brahimi é arrancado do relvado duas vezes (Lima e Samaris). Faltou a TODOS isso. Fibra, raça, querer ganhar mais do que eles. Mas quando ninguém no clube se insurge com a constante indiferença sobre nós, quando ninguém comenta o "esquecimento" por parte de TODA a comunicação social Portuguesa aquando da nossa deslocação à Bielorrússia, quando o assobiar a própria equipa se torna mais comum do que assobiar o adversário... Estamos conversados. 

Porque o futebol não é só componente técnica. Se assim fosse no jogo de ontem, tínhamos tido nota 20. Atacámos, rematámos e falhámos. Tivemos 38 ataques contra 10 do Benfica. 17 remates contra 6. 5 cantos contra 1. Mas no final acabou 2-0 para eles. Ninguém avisou Lopetegui que o Benfica connosco é SEMPRE isto? Quantas vezes nos últimos 4 anos vimos este filme? Again, apesar do controlo absoluto durante os 90 minutos saímos derrotados, apesar dos postes, apesar de querermos sempre jogar melhor que o adversário, volto a bater na mesma tecla, fomos anjinhos ao não estarmos preparados para o que ia ser o jogo em todos os seus momentos. 

(+) Positivo

Óliver - Este meio metro de jogador é cada vez mais essencial na equipa. Foi o único elemento verdadeiramente activo no meio-campo que procurou mexer-se como deve ser sem bola. Tem espírito à Porto, e tem uma qualidade técnica que me deixa com um brilhozinho nos olhos.

Indi e Marcano - Se o Holandês tem estado sempre a bom nível, o espanhol (que por algum motivo não é bem visto pela bancada...) tem me surpreendido jogo após jogo. Seguros e quase sempre bem em todas as intercepções. Alguns cortes fundamentais e apenas a critico a falta de qualidade técnica na saída de bola/inicio da construção de jogo. Maicon como tem estado não tem qualquer hipótese de calçar. 

(-) Negativo


Benfica - Pelo "banho táctico" em modo autocarro. Pela atitude em campo. Pela festa no final do jogo. Ora se elogia a "nota artística" ora se elogia a retranca. Mentalidade pequenina para um clube como o Benfica. Ou então sou um romântico. 

Fabiano - Ficou mais que provado que não é guarda redes para um clube grande. Tem tamanho mas não tem qualidade. Tem culpa nos dois golos. A bola assim que entra na pequena área, tem de ser do guarda redes. Sim, o erro no primeiro golo é colectivo. Mas um guarda-redes que está estático em cima da linha de baliza quando a bola vem na sua direcção... E no segundo golo é demasiado óbvio. 2 erros, 2 golos sofridos. A diferença entre ele e Julio César é tão simplesmente essa. Bem-vindo ao dia a dia de guarda redes, Fabiano. 

As bolas paradas defensivas - Lope, tenho zero coisas para mandar vir contigo hoje. Mas se me permites, mete a marcação Homem a Homem no culo, hombre. 

Casemiro - Continuo a ter muitas saudades do nosso Polvo. Lento em tudo. Na reacção, a soltar a bola, a perceber onde deve estar. 

Herrera - Esteve em campo? Se não fosse aquela remate torto na primeira parte ninguém tinha notado. Quando joga bem, toda a gente nota. Quando joga mal é por demais evidente a sua falta de classe. Num futebol que se quer de posse não podemos ter um elemento que falha metade das recepções. Que parece chegar cansado à bola. Box-to-box? Not today. 



Nada acabou no jogo de ontem. Ainda falta muito campeonato, ainda falta o mês de Janeiro que promete trazer novidades para os lados da Luz. Mas a verdade é que seis pontos, que funcionam como sete, é muito ponto para recuperar. Acreditar sempre até ao fim e trabalhar em cada jogo para tal fim. 

Sorteio da Champions com sorte. Vamos ser honestos. O Basileia é equipa de Liga Europa. Mas merece todo o nosso respeito e é para ser encarado com seriedade. Está nos Oitavos de final da Champions como nós. E é treinado por alguém que nos conhece muito bem...

terça-feira, 25 de novembro de 2014

BATE vs F.C.Porto - Champions

Nada me dá mais gozo do que ver um jogador mal-amado de alguma da massa adepta do nosso clube (e de tantos entendidos em futebol que vou lendo por essa bluegosfera fora) fazer uma exibição como a que Herrera realizou hoje. Soberbo! Só isto, por mim, valeu todo o jogo.

Imagem retirada do site d'O Jogo.

Confesso que não consegui acompanhar toda a 1ª parte mas, do pouco que consegui ver e aquilo que fui ouvindo no relato, parece-me que foi tudo muito morno. Quiçá "congelados" pela temperatura fresquinha de Borisov, os nossos jogadores sentiam dificuldades em ligar jogadas, provocar desequilibrios, frente a um adversário que parecia apenas querer evitar repetir a goleada da 1ª volta. Embora tenhamos, sensivelmente a partir dos 25', "estacionado" no meio campo advsersário, esacassearam as oportunidades de golo (o nosso primeiro remate, que não foi á baliza, foi aos 34') e o nulo ao intervalo premiava o a táctica de contenção do BATE e a nossa incapacidade de provocar desequilíbrios no último terço do campo.

A 2ª parte foi bastante diferente, principalmente pela capacidade da nossa linha média de pressionar mais à frente, aproximando-se mais da linha ofensiva, oferecendo linhas de passe por dentro, que obrigavam os bielorussos a cometer mais erros. Com Herrera absolutamente endiabrado, Óliver sempre agressivo nas recuperações e inteligente na leitura ofensiva, e Casemiro a "varrer" tudo cá atrás foi sem surpresa que conseguimos chegar mais vezes perto da área contrária. O golaço de Herrera abriu as hostilidades, perto dos 10' da 2ª parte, e teve o condão de obrigar a equipa contrária a abrir mais espaços. O 2º golo, de Jackson (após primoroso trabalho e assistência de Herrera), decidiu o jogo.  De forma atabalhoada, o BATE tentava chegar mais à frente, permitindo-nos inúmeras recuperações de bola e consequentes contra-ataques que deixavam a defensiva contrária em "frangalhos". O último golo, de Tello, foi o corolário de uma 2ª parte de nível de Champions: segurança e eficácia de um nível a roçar a perfeição.

Sigamos para las notas.


(+) Positivo

Herrera - De forma incontestável, o MVP. Eu próprio devo confessar que este homem já me tirou do sério uma ou outra vez. Mas a verdade é que o mexicano tem dado provas de crescimento, melhora de jogo para jogo, e vem provando que é capaz de ser um elemento fundamental para o equilíbrio do nosso meio-campo. Herrera corre quilómetros, tanto em apoio ao ataque como em funções defensivas. Neste momento erra muito menos passes e, melhor ainda, é capaz de efectuar aberturas primorosas com um à-vontade desarmante. Hoje, marcou um golaço, num movimento que raramente vemos jogadores nossos arriscar (e com sucesso), num remate portentoso, cruzado, a resultar num tento de belo efeito. Mas as assistências então foram sulbimes. Na primeira, uma demonstração de técnica individual, na forma como fez a recepção de bola, temporizou e virou simples para Jackson. Na segunda, um passe "a la Xavi", a rasgar completamente a defensiva contrária, apanhando Tello no momento perfeito da veloz diagonal que desenhou a partir do flanco direito. Herrera está em grande. Herrera, o tal "feio", "orelhudo", "tacticamente pouco inteligente", "picareta", "mau jogador", demonstrou hoje que, no futebol, não há verdades absolutas nem são justos os "julgamentos sumários" que se fazem aos jogadores. Ainda tem muito por onde melhorar, mas acredito que tem a mentalidade certa (e a orientação técnica adequada) para o fazer. Parabéns!

Casemiro - Outro jogador bastante criticado desde o início, que vem demonstrando francas melhorias. Neste momento aquela linha mais recuada do meio-campo é toda dele. Parece mais rápido, mais controlado nos confrontos físicos, inteligente na forma como protege a bola e ganha faltas quando precisamos de "respirar" e um verdadeiro organizador de jogo, de cada vez que baixa para receber a bola dos centrais.

Indi/Marcano - Há um lance na 2ª parte em que somos apanhados em contra-pé, e a forma como Indi e Marcano abordam o lance, sem se desposicionarem, obrigando o avançado a ir lateralizando o movimento, deixando-o à mercê dum desarme simples, e dando tempo a Danilo de ajudar a fechar, deixou-me estranhamente descansado. São portentos de jogadores? Não, longe disso. Mas cometem poucos erros, e dão-me uma sensação maior de segurança do que qualquer outra "dupla" até agora. 

Óliver - Uma carraça em busca da bola; um génio na forma como dá linha de passe e toma, quase sempre as melhores decisões. Jogadorzaço este piqueno! Fazemos uma "baquinha" para comprar o rapaz no final da época?

Nível de Champions - Exibição sólida, eficácia tremenda, vitória incontestável. Na Champions não há espaço para contemplações, não há meias-vitórias - joga-se, ganha-se, period.




(-) Negativo

Quaresma - Não quero que pareça que estou sempre a bater no rapaz (até porque hoje é uma meia critica). Quando colocado a jogar desde início, raramente vemos o melhor Quaresma. É um facto! Não é perseguição nenhuma! Hoje tivemos mais uma demonstração desta versão Quaresma 90', menos fulgurante do que a versão Quaresma 20 ou 25'. É preciso arriscar, concedo isso, e Quaresma é um jogador de riscos. Mas arriscar remates de pé esquerdo, com um defesa mesmo ao lado, ainda longe da baliza, com colegas melhor posicionados talvez seja de mais, não? Se a isso juntarmos que quase nenhum cruzamento saiu em condições, conclui-se que o nosso "ciganito" teve uma noite não. E Tello, em bem menos tempo, fez bastante mais...

Fabiano - Tenho elogiado o trabalho que a equipa técnica tem feita com o brasileiro, como se constata na melhoria do jogo de pés. Hoje não gostei de o ver a facilitar, por duas vezes. Num jogo mais do que controlado, poderia ter dado origem a calafrios que tantas amarguras nos têm trazido nos tempos mais recentes. Olha para o Marcano caro Fabiano, e quando vires que estás apertado, "chuta para onde estiveres virado".

BATE - Não serve como justificação para nada, porque nada retira mérito a nova vitória na Champions, mas esta equipa é, sejamos justos, fraquita. Inoperante em termos ofensivos, limitada técnica e tacticamente, com um nível muito abaixo daquilo que se pode esperar numa competição desta envergadura. Não facilitámos um milimetro que fosse, o que foi óptimo e diz muito do espírito competitivo da nossa equipa (e Deus sabe que esta época, uma equipa que joga de xadrez e que talvez seja um tudo ou nada mais fraca do que o BATE já nos deixou a 0), mas constato só o facto de termos defrontado uma equipa com demasiadas limitações. 


E aí está -  5º jogo, 4ª vitória, 13 pontos e 1º lugar do grupo garantido, após a derrota do fraquíssimo Shakhtar contra o fraquíssimo Athletic. Mais 1M€ no bolso, e a certeza de que na última ronda podemos aproveitar para dar minutos de jogo a rapazes que ainda não tiveram oportunidade nesta competição. A certeza de também estarmos sólidos, funcionarmos cada vez mais como um colectivo e aquela esperança de finalmente encetarmos uma série de jogos com vitórias e exibições que não deixem sequer espaço para dúvidas.

Termino com uma observação, que acho pertinente e honesta. O BATE é fraquito, mas também o eram o Artmedia, que nos limpou o sebo na era Adriaanse, o APOEL, que conseguiu anular o "futebol tacticamente perfeito do recém-promovido Mestre da Táctica II/Conselheiro de Guardiola", Vítor Pereira, ou até o Wrexham, Molde ou Anderlecht. Convém não esquecer que outros treinadores, tão amados pela nossa exigente massa adepta, com plantéis igualmente bons, cheios de soluções e muito superiores a alguns destes adversários, tombaram com estrondo. Depois duma época de recordes negativos, convém começar a dar algum mérito ao Julen por estes resultados. É que desconfio que o rapaz já não estaria por cá, tivessem os resultados dele nestes jogos sido semelhantes aos de outros.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Athletic Bilbao vs Porto

Mais um dia. Mais uma alegria. Mais uma vitória. E terá sido provavelmente o melhor jogo do Porto esta época. Talvez não na qualidade do futebol jogado mas como equipa, em organização, em espirito de sacrifício e em entrega. Maicon e Óliver eram titulares num jogo que prometia ser combativo dadas as condições do relvado no San Mamés. E foi um Porto mandão durante toda a primeira parte. Mais qualidade na troca de bola, mais segurança e mais um par de oportunidades desperdiçadas por Jackson. E mais um penalty falhado... 


Era uma injustiça tremenda chegar ao intervalo com 0-0. Fabiano nem suou, e o Athletic o mais perto que chegou da nossa baliza foi num cabeceamento que saiu pela... linha lateral. A segunda parte começava e o Athletic com duas mexidas conseguiu equilibrar a coisa, até que Brahimi em mais um momento de génio, foi pondo adversários no bolso e cruza para Jackson marcar o primeiro. Impressionante a cavalgada do argelino em modo "Epá que chaaaaatos, deixem nos lá marcar um golo". 1-0 mais que merecido, seguido pouco tempo depois de uma oferta basca, a fazer lembrar alguns golos sofridos no ano passado, que dava a Brahimi o segundo golo do jogo. 2-0 e a vitória parecia certa. Até ao final o mais perto que o Athletic chegou da nossa baliza foi num cabeceamento que ganhou um efeito esquisito e acabou por ao poste da baliza de Fabiano. Apuramento garantido com dois jogos por jogar e quase 18 Milhões garantidos. Onde andam os "profetas da desgraça"? 

(+) Positivo

Trio de meio-campo - CA JOGATANA MALTA! Casemiro a limpar (sem dispensar a habitual trolitada numa canela adversária), Herrera com o pulmão do costume e alguns passes muito interessantes (estás a dar tudo para me calar a boca, não estás Héctor? Na boa, continua!) e Óliver é mais completo que Quintero para jogos deste tipo. Foi o primeiro jogo em que senti haver realmente entendimento, equilibrios, compensações e muita vontade. Parece ser esta o trio certo para os jogos a sério. Talvez Quintero para jogos em casa muito fechados, mas SEMPRE com Casemiro e Herrera.

Brahimi - O "abre-latas" azul e branco. Aquela jogada é de classe mundial meus caros. São jogadas como aquela que me fazem acreditar que este mago vai cá estar muito pouco tempo... Esperemos que não carago! Ah, é também, depois de Deco, Quaresma e Hulk (por ordem cronológica) o saco de porrada dos adversários. Dass, que até irrita às vezes.

Jackson - Falhou duas ou três oportunidades de golo que não devia, mas a quantidade de porradinha que levou e a quantidade de bolas (ou melhor mísseis) lançadas desde a defesa que dominou, segurou, aguentando as cargas de Laporte e Gurpegui, para dar a um companheiro foi absurda. Grande exibição do capitão apesar do penalty falhado. 


(-) Negativo

Alex Sandro - Está a precisar de parar um joguinho, ir até à praia, beber uma caipirinha, almoçar uma picanha e... GANHAR JUIZO! José Angel merece a titularidade na Amoreira.

Jackson e os penaltys - Num lance que até me parece nem ser penalty (podem-me insultar na caixa de comentários mas aqueles lances são... meh) o capitão colombiano desperdiçou, YET AGAIN, uma grande penalidade. A qualidade técnica está toda lá mas parece faltar capacidade mental para aquele momento. Em conversa com o Z ontem dizia que Maicon (puxando da biqueira para assassinar guarda-redes) ou Danilo (com mais qualidade técnica) deviam ser os mais fortes candidatos a bater as grandes penalidades. 

Relvado do San Mamés - Ridículo para um jogo de Champions. Só isso. 

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Paços de Ferreira vs Porto e Tweetolândia


O Porto reencontrava-se com Paulo Fonseca nesta 2ª jornada da Liga Portuguesa, ainda sem patrocínio. Era uma oportunidade para o ex-treinador azul e branco se "vingar" de uma má experiência vivida no Dragão e promete nesta época de regresso aos "Castores" fazer vida difícil às equipas que visitarem a Mata Real (que pode dar azo a muitas piadas sobre a gestão de pelos na zona púbica, mas adiante). 


Muitas surpresas logo na convocatória com Quaresma (já falei no post anterior) e Danilo de fora. Adrían Lopez, Evandro, Tello e Ricardo iniciaram o jogo a titulares relegando Brahimi, Oliver e Herrera para o banco. Foi um jogo... chato. Paços de Ferreira começava o jogo em modo autocarro mas daqueles ingleses vermelhos com dois andares, mas a sua única jogada de perigo na primeira-parte foi logo aos dois minutos. Lance nascido no corredor direito (whaaat?!) e Maicon faz um corte que Fabiano acaba por encaixar. Sem grandes oportunidades reais o Porto dominou por completo a primeira parte e chegou ao 1-0 numa jogada que teve 5 toques. Canto marcado, a defesa do Paços alivia, Alex Sandro recupera e dá rapidamente em Quintero, que cruza na perfeição com Jackson a finalizar com classe. Destaque ainda para a lesão de Tello que faz uma micro-rotura num sprint pelo corredor direito. Que azar rapaz!

Na segunda-parte os homens de Paulo Fonseca entraram decididos a chegar ao empate e tiveram as melhores oportunidades para o fazer. Uma delas foi Fabiano com uma saida absolutamente horrível ia dando o golo aos castores. Valeu que os pacenses não primam pela qualidade técnica... Muita insegurança no meio-campo Portista e Lopetegui lança Herrera e Oliver para recuperar esse espaço. E conseguiu. Reequilibrou as coisas e o Porto foi impedindo as investidas dos Castores. Resultado final 1-0, com muitas notas para pensar, nomeadamente a falta de profundidade do nosso jogo, alguma incapacidade para manter a bola e fazer a outra equipa correr e algumas pernas a pedirem descanso... 

( + ) Positivo


Casemiro - Talvez o melhor em campo. Parece estar a melhorar a cada jogo que passa. Não sou o maior admirador do estilo Quarterback que lhe está ser pedido, mas o que é facto é que o brasileiro tem uma grande qualidade no passe longo. Defensivamente competente, é intenso na forma como pressiona adversários e recupera bolas. Terá apenas de soltar a bola mais cedo em dadas alturas, mas nada de preocupante. 

Jackson Martinez - 2 jogos, 2 golos. Jackson Martinez significa golos. Pode parecer lento, despreocupado, indolente, mas quando é servido como deve ser mete a bola dentro da baliza. Não é isso que se pede a um avançado?

Evandro - Uma das contratações mais sneeky do defeso, mas que parece lentamente ganhar espaço nas opções de Lopetegui. É um médio da qual gosto muito. Tem uma característica que distingue os grandes jogadores: inteligência. Sabe onde estar no meio-campo, é um jogador de toque simples e rotativo. É uma pena chegar tão tarde a um grande, mas talvez isso lhe dê a lucidez para não crer dar o salto e fazer tudo para se manter por cá. 

( - ) Negativo


Não saber gerir vantagens e/ou a posse - É um cromo já repetido esta época. Para uma equipa de posse, damos a bola demasiadas vezes e de forma muito fácil ao adversário. Sofrer tanto com o Paços não cabe na cabeça de ninguém. Sim, eles tiveram mérito na forma como pressionaram o nosso meio-campo. Mas não conseguir trocar a bola nem no nosso meio-campo foi preocupante. 

Ricardo Pereira a defesa direito - Até quando vamos tirar o miúdo do ataque? É que ele a defesa direito vai acabar a jogar no Aliados de Lordelo. Como segunda opção. 80% dos lances de perigo do Paços nasceram do seu lado. Podia ter corrido muito mal, principalmente porque era Maicon quem ia dobrar e deixava Indi e Alex sozinhos no meio da área. Não há Opare? Tem de haver Danilo. Se não há Danilo, há Victor Garcia. Paremos de vez com isto se faz favor. 

Insultos a Paulo Fonseca - Absolutamente lamentável e desnecessário. Insultar alguém que falhou, que nos deu uma época terrível mas que sempre foi correcto com o clube e com os adeptos. São cenas como as de ontem que me deixam desiludido com alguns adeptos do clube. Os mesmo que cantaram "Paulo Fonseca, vai pro piiii" são os mesmo que ainda choram pelo André Villas-Boas. E agora vamos insultar Victor Fernandez? Couceiro? Por não terem ganho no clube? O Octávio Machado até aceito, e eu próprio poderei enviar-lhe alguns legumes à cara para ele levar para a sua horta em Palmela, mas é por ser um Butthurt da pior espécie. Como escrevi no Twitter: "Preferimos insultar quem falhou mas sempre foi correcto, e enaltecer quem saiu um dia antes da época começar" Enfim, completamente desnecessário.

Marcação HxH nos cantos defensivos - A sério? Recuámos 20 anos? Vamos defender os cantos como o Scolari defendeu no Mundial? É que com uma equipa como o Benfica que tem jogadores altos, com doutoramento em bloqueios e que estuda estas situações até ao limite parece-me muito má ideia...

Adrián - Carrega a cruz do que custou. Mas mesmo que tivesse vindo de borla, ontem foi muito fraco. Fez algumas recepções e passes engraçados mas... ficou-se por aí. Parece preso de movimentos e de ideias. O entendimento com Alex Sandro foi bastante mau, dado que o espanhol ficava à espera do brasileiro para fazer o overlap na lateral entregando a bola quase sempre com muita força, deixando o brasileiro certamente a insultá-lo tal era a correria que tinha de fazer para... nada. É certo que foi o primeiro jogo e que precisa de se enturmar com os colegas mas deixou má impressão na Mata Real.

Tweetolândia