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terça-feira, 29 de setembro de 2015

Liga Sagres - Moreirense vs Porto


Começa a ficar complicado compreender as oscilações deste nosso Porto, especialmente em jogos fora de portas. É igualmente preocupante conseguir descortinar como pode ser tão complicado, para uma equipa com tão bons intérpretes, passar 45 minutos a depender de livres e dum chutão para a frente (que Osvaldo dominou de forma impossível), para criar perigo para a baliza dum adversário fraco. Fraco, não. Fraquíssimo.

E não, não é da escolha dos intervenientes. Temos um plantel com capacidade para fazer 3 ou 4 "onzes" diferentes, colocar ainda jogadores da equipa B, e ainda assim ser capazes de ganhar a 90% das equipas do nosso fraco campeonato. Assumamos isso duma vez por todas. 

Ora, esta gritante incapacidade de gerar perigo contra equipas deste calibre e, pior, de gerir uma vantagem contra uma equipa que apresenta tão poucos argumentos, tem de ser motivo para alarme. Neste momento, a equipa do Porto não oferece segurança, garantias, em nenhum jogo, porque nunca sabemos que face vamos ter.

Pior do que isto tudo, só a ironia de termos concedido pelo menos 2 ocasiões claríssimas de golo (que, efectivamente deram golo) e criado quase o mesmo número de ocasiões claras, tendo 70% e uns trocos de posse de bola. O que é que andamos a fazer á puta da bola durante tanto puto de tanto tempo, pá???

Assim, senhores, não vamos lá. Porque os Campeonatos ganham-se contra os Moreirenses e Boavistas desta vida (em casa e, principalmente fora).

(+) Positivo 

Osvaldo - Na primeira oportunidade como titular, demonstrou que é um jogador de qualidade. Bem na forma como recebe, segura, e solta a bola, quase sempre com critério, quase sempre com belas execuções técnicas. Quase conseguiu transformar um estapafúrdio "passe" longo num belíssimo golo, mas foi pelo que ofereceu aos colegas que se destacou. Como não me acredito que um avançado viva exclusivamente de golos, penso que podemos estar tranquilos quanto à substituição de Aboubakar, quando tal seja necessário.


1º golo do Moreirense - O maior atestado de "incompetência" à irritante previsibilidade do nosso jogo. Bastou aos cónegos uma simples tabela, com 2 jogadores contra 3 ou 4 do Porto, para conseguirem uma situação de 1x0, daquelas de golo fácil. Tabelar, utilizando o corredor central. Terão Miguel Leal e Iuri Medeiros descoberto a pólvora? Não, não. é tão simples, tão básico, que até a merda do Moreirense consegue marcar um golo num lance destes. Nós... Lá chegaremos, quando decidirmos que andar a virar flanco a cada 2 toques é capaz de não criar grandes vantagens em lado algum.

Combatividade e Risco - Tenho lido por aí críticas ao empenho dos nossos jogadores e, francamente, não consigo compreender essa corrente de pensamento. Não me pareceu, em momento algum, que tenha sido por falta de empenho que as vantagens se esfumaram. Houve alturas em que a equipa sufucou, apertou, correu, tentou, arriscou, e acabou por ser premiada com um golo. Pena que a capacidade de "pensar" (por falta de oxigénio em muitas cabeças ou por ordens de Lopetegui?) se tenha esfumado neste período e tenha faltado nos últimos 10 minutos. E aqui, há que dizê-lo, Lopetegui esteve bem, arriscando tudo o que podia, dando ainda assim algum fio lógico às opções. E foi a colocação de Corona entre-linhas que foi decisiva para o golo. E foi também o único período em que Corona fez algo de positivo no jogo. E porquê? Porque quando a bola caía na zona central do terreno (aquela puta daquela zona que Lopetegui parece querer riscar do jogo, porque jogar com toda a gente bem colada à linha é que é fixe), Corona estava invariavelmente sozinho, e com Aboubakar e Osvaldo a confundir marcações, laterais a dar apoios interiores e extremos mais abertos, o mexicano tinha bastante tempo para chamar a si algum adversário e colocar num colega melhor posicionado. E foi aqui que se construíram as melhores situações de ataque, porque todas elas ficaram próximas de nos proporcionar finalizações mais fáceis (como as duas de Corona, em que uma deu golo). E agora fica a questão: porque ca-ra-lho não jogamos mais vezes pelo corredor central? Será que Lopetegui percebe as coisas boas que isso traz, quando é ele próprio a colocá-las em prática no decorrer do jogo? Ou será tudo isto aleatório e afinal o objectivo era jogarmos sempre pelas alas?


(-) Negativo 

As variações de flanco de Maicon - "Têm que acabar. É irritante, frustrante, desesperante. Perdas de bola (e posse) com estas brincadeiras. ATENÇÃO, não é por manter a posse ou deixar de a manter. Eu sou adepto da máxima "está apertado, joga pra fora". Bola para fora do estádio se for preciso. Agora, eu tive oportunidade de rever o jogo e contei 9 (!!!!) momentos em que Maicon se vê com bola, TEM várias possibilidades de passe curto perto de si, e decide agredir a bola em direcção a Brahimi que muitas vezes não as consegue receber nas melhores condições porque "surprise surprise" não é fácil receber um pedaço de betão a 500 km/h com os pés. Irrita os adeptos, enerva os jogadores, estraga ataques. Não tem sentido para mim." -  foram as palavras do v.a.s.c.o.  na última crónica. Qualquer semelhança, é pura coincidência...

Corona na 1ª parte - Zero. Pior do que Varela nos piores dias à Varela.

Podemos jogar sem balizas - Na 1ª parte, tirando uma paragem cerebral de Marcano logo aos 30 segundos, um livre de Maicon e um remate de Osvaldo, foi um festival de passes. Uau. Passe para aqui e para ali. Espectáculo. Bola está na esquerda, tenta-se combinação entre 3 jogadores, se não der volta para o central, reza-se para que Maicon não a espete logo num míssil na direcção de alguém e bola no outro flanco. Bola na direita, tenta-se combinação entre 3 jogadores, se não der volta para o central, reza-se para que Maicon não a espete logo num míssil na direcção de alguém e bola no outro flanco. Isto em loop, durante 45 longos e easperantes minutos. Ah, fosse isto o jogo dos 10 passes e ao intervalo já goleávamos caralho...

Últimos 10 minutos - Passamos 80 minutos a manter o adversário afastado da nossa área, salvo uma ecepcção, controlando o jogo sempre no meio-campo ofensivo. Finalmente marcámos um golo e reorganizamos posições. E depois? Segurar a bola, para impedir que aquela equipa de coxos consiga sequer sonhar em chegar à nossa baliza? Nããã... Começa um disparate de tremedeira, de chutão sem nexo, de descontrolo, em que acabámos encostados às cordas por uma das piores equipas da Liga Sagres. Absolutamente ridículo e, não me fodam, culpo Lopetegui por este descontrolo. 

E feedback positivo? - Comecei por gostar da atitude enérgica de Lopetegui. Gosto de um treinador ali no meio-termo entre a calma de Jesualdo e a energia do Traidor Ruivinho do Zenit. Neste momento, Lopetegui é uma caricatura no banco. Tudo é passado aos berros, tudo funciona aos berros, tudo trabalha a "hostias" e "putas madres" e, sinceramente, não penso que isso esteja a funcionar. Uma vez por outra não seria mau ver ali um claro feedback positivo. Seria sinal de que, espantem-se, os jogadores estão mesmo a entender aquilo que o treinador quer. E numa grande maioria das vezes, não é essa a ideia que passa no meio de tanta berraria. 

As desculpas - A relva estava alta, o árbitro não marcou falta, o adversário foi eficaz, tivemos azar, atacamos como uns malucos, a bola era redonda, o estádio era pequeno, fazia um frio do caralho, estava muito abafado, os outros tinham todos duas pernas, a bola era oval... yada, yada, yada... Desculpas, desculpas, desculpas. E no fim, 1 pontareco, contra o colossal Moreirense.




No fim disto tudo, o Sporting empata, o Benfica "esmaga" num jogo absolutamente deslumbrante de futebol e continuamos em 1º. Pelo menos, até ao próximo jogo fora. Aí... pode cair para qualquer lado. 

Sim, é esta a confiança que sinto na nossa equipa neste momento.

Venha o Chelsea, que ao menos é em casa (e, vi-o este fim-de-semana com os próprios olhos, não joga a real ponta dum real corno)!


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Liga Sagres - Porto vs Estoril



Mau, péssimo, terrível jogo do F.C.Porto, onde pouco mais se salvou do que os 3 pontos. Jogo atabalhoado, carregado de péssimas execuções técnicas e de igualmente péssimos comportamentos tácticos, que me deixam um pouco de pé atrás face ao crescimento que pareceu haver no final da pré-temporada/1ª jornada do campeonato.

E para isso, muito contribuiu Lopetegui, que a partir da parte final da época passada me começou a deixar um pouco desanimado, pela insistência em algumas decisões que só na sua cabeça parecem surtir efeito.

Ora, neste jogo, a alteração táctica tão pedida pela massa adepta surgiu; uma inversão do triângulo do meio-campo, deixando Danilo e Imbula com funções de médios de transição, e Brahimi com maior liberdade para jogar entre linhas, ao fim e ao cabo mais próximo dos locais onde pode criar perigo. Devo desde já dizer que, ao contrário do que muitos apregoam, não estou de acordo que a disposição táctica seja o nosso grande problema; o busílis da questão está, sobretudo, nas péssimas dinâmicas colectivas, que emperram o modelo, e na fraca qualidade técnica de alguns dos intervenientes. Se a isso somarmos exibições desastradas de alguns jogadores, e uma incompreensível quebra física geral por volta dos 70 minutos de jogo, e temos tudo para que o jogo corra mal.

Ora, neste 4-2-3-1, o grande problema não foi a disposição das pedras (tal como o 4-3-3 não o havia sido na Madeira), mas sim a forma como se moviam, especialmente sem bola.

Danilo e Imbula, por exemplo, atropelaram-se por diversas vezes durante o jogo (quer em 4-2-3-1, quer em 4-3-3), e a forma como a transição defensiva funcionou para os dois foi absolutamente desastrosa. Obviamente que o inacreditável espaço entre a linha avançada e a linha média não ajudou absolutamente nada. Invariavelmente, a equipa do Estoril trabalhava a bola num dos flancos, e invariavelmente Danilo e Imbula iam na cantiga, aparecendo quase sempre 2x1 no flanco contrário, com a bola a ser confortavelmente conduzida pelo corredor central. E safou-nos o facto do melhor jogador do Estoril em termos técnicos (Bruno César) parecer um texugo, para que não houvesse estragos mais sérios durante os primeiros 60/65 minutos.

Em transição ofensiva, e na saída de bola, sempre um espaço enorme entre o portador e os colegas, que quase sempre procuravam dar linha de passe encostados à linha, aparecendo só Brahimi e, a espaços, Aboubakar, para dar apoio no corredor central. Ora, se a bola caía em Brahimi, por exemplo, este tinha sempre de temporizaaaaaaaaaar, ir retirando adversários da frente e aguardar (em vão) pelo aparecimento dos extremos em ruptura, ou até mesmo dos médios, que pareciam amarrados um ao outro e confinados a 10/15 metros de terreno.

Ok, pode parecer picuínhas estar a fazer este tipo de análise, mas a verdade é que na primeira vez que conseguimos criar um movimento em que a bola caiu no corredor central depois de se fixar um pouco o lado esquerdo da defesa do Estoril, deu golo, e deu um golo fácil. Facílimo! E ao fim e ao cabo, o futebol é muito isso; criar uma vantagem para que quem finaliza tenha 99% de probabilidades de marcar. Ocasionalmente, enfiar um petardo a 40m da baliza (nada contra!), ou esperar pelo milagre dum golo de livre ou, Deus nos livre, de canto, mas sempre que possível deixar alguém na zona central com uma finalização fácil.

Como tal, o único lance de real perigo da primeira parte, e possivelmente do jogo todo, serve precisamente para explicar como deve funcionar qualquer modelo táctico, e traz-nos a verdadeira razão para termos feito as exibições de merda que fizemos nas duas últimas jornadas. Em casa, com o Estoril, que já a temporada tinha iniciado para metade das equipas e nem sabia muito bem quem seria o treinador, concedemos mais jogadas de real perigo do que as que criámos. E isto vai resultar uma ou duas vezes, mas nao resultará muitas mais, acreditem.

Andiemo para les notis (como dizem os italianos)

(+) Positivo


Brahimi - Brahimi não se "agarra" demasiado à bola porque gosta muito de driblar 500 jogadores. Brahimi agarra-se à bola porque o lateral do seu lado (neste jogo, pelo menos) tem a velocidade duma orca paralítica e a aptência ofensiva duma formiga com esclerose; porque os médios estão lá atrás, encostadinhos aos centrais, e porque os dois extremos paraciam a versão Merdas do Rei Midas, tamanha a quantidade de jogadas promissoras que transformaram em cagalhotos. Brahimi é, neste momento (a par de Evandro, ou Rúben Neves que... não jogam) dos poucos jogadores do Porto capaz de receber e rodar sem ter de dar 5 passos para trás. Dos poucos capazes de fixar jogadores e soltar em colegas melhor posicionados. Capaz de jogar sem bola e dar linhas interiores de passe. O único! Nem Danilo, nem Imbula, nem Herrera (nem que nasça 300 vezes), nem André André... Nada! Dantes, ainda havia Óliver. Agora... 

Maxi Pereira - Não, não está aqui porque é muito raçudo e porque corre muito. Tudo isso já sabemos que faz, e faz bem. E não é nhnum portento de técnica, muito menos de táctica. Cumpre, sim, mas também causa calafrios. Mas está na génese do primeiro golo. Porque ousou subir no terreno e, vendo a desmarcação de Brahimi pelo corredor central, meteu-lhe a bola no FILHO DA PUTA DO SÍTIO CERTO. Nem 2 metros à frente, nem 2 metros atrás ou ao lado. Deu golo. 

Osvaldo - Se no jogo anterior poderia ter visto vermelho na primeira acção que protagonizou no jogo, deixando laivos de Quaresmice no ar, desta feita entrou com outra disposição. E, Aboubakar me perdoe, mostrou mais e melhor em 10 minutos do que Aboubakar no resto do jogo. Tudo porque foi capaz de jogar de primeira em duas situações, criando avenidas de espaço para dois colegas (Tello e Herrera). Em 10 minutos, é certo que com o jogo já partido, teve um remate perigoso à meia-volta e esteve nos 3 ou 4 lances que criaram situações de 4x4 que Herrera ou Tello destruíram.


Estoril - Muito bem tacticamente durante o jogo quase todo. Gosto deste tipo de treinador que joga para discutir o jogo em qualquer campo. Foi bom ver uma equipa a jogar algum futebol nesta tarde de Sábado. Pena não terem sido os de azul-e-branco.


(-) Negativo

Herrera - Não é perseguição, acreditem. 4 jogadas de 4x4 perdidas, com péssimas decisões do mexicano. No golo mal anulado, demora uma eternidade a definir e acaba por atirar contra as pernas do defesa. Um bom domínio de bola, um passe simples bem feito... Sei lá, qualquer coisa! Só pedia isto... 

O duplo pivot - Estático, mal posicionado, jogadores a ocupar a mesma posição... Há ali muito trabalho pela frente e, principalmente, é preciso dar asas a Imbula. O médio francês deixa sempre boas indicações, porque recebe, roda e ultrapassa pernas de adversários com uma facilidade incrível. O problema é que depois parece que do banco recebe choques eléctricos por ter ousado criar uma vantagem na zona central e lá sai o passe lateral do costume. Ah, e Danilo, forte, possante, bom moço e tudo... Não consegue fazer um passe curto em que não pareça estar a ter uma crise convulsiva. Graças a Deus, faz poucos passes longos.

Indi na lateral - Sinceramente, não compreendi, e estou um bocado fodido - pardon my french - com esta palhaçada. Indi é central, e poderá ser lateral se todos os laterais esquerdos das equipas A e B falecerem. Mesmo assim, haverá algum nos juniores ou juvenis para fazer o lugar. Já não se usa laterais assim no futebol moderno, muito menos no F.C.Porto, muito menos em casa, muito menos contra o Estoril. Para que veio Ángel? Para que veio Cissokho? Num modelo que pede imenso jogo ofensivo aos laterais, principalmente ao lateral esquerdo, que precisa de dar mais profundidade aproveitando o jogo interior de Brahimi, coloca-se o mais lento, mais defensivo das nossas possibilidades. Atenção, não estou a colocar em causa Indi, mas sim a opção tomada.

Lopetegui - Se ganhássemos jogos pelas ideias de jogo, seria espectacular. Parece-me mesmo que a ideia de jogo de Lopetegui terá coisas fantásticas. E no ano passado, essa ideia de jogo funcionou bem muitas vezes (embora, por vezes, tenha funcionado de forma péssima). Depois de algum crescimento nos jogos de pré-época, sinto que demos dois passos atrás. E passo a explicar. Se Imbula estava tão preso, era porque de cada vez que ousava avançar e não era devidamente compensado por Danilo, levava reprimenda. Porque razão aparecem os extremos constantemente colados à linha, com zero movimentos de ruptura? Porque razão não há mais do que tentativas esporádicas para jogar por dentro, quando quase sempre isso dá golo? São os jogadores que não gostam? Ou será ordem de Lope? Porque razão não jogam os nossos melhores médios, Rúben e Evandro? Porque razão temos dois laterais esquerdos que não foram vendidos ou emprestados, mas que são (ao que parece), piores do que Indi? Porque razão jogamos com um lateral defensivo quando o nosso modelo (seja em 4-2-3-1, seja em 4-3-3, pede laterais ofensivos?

Eu gosto de Lopetegui, gosto que tenha as suas ideias e que tenha trazido uma lufada de ar fresco ao nosso futebol depois dum ano miserável como o de Paulo Fonseca. Mas começo a perder um pouco a paciência com estas pequenas coisas. Pequenas coisas que fazem a diferença. Detalhes que ganham títulos. E foda-se, tenhamos coragem para assumir que somos o principal candidato ao título, sem que isso tenha de fazer parte duma qualquer conspiração dos media para nos pressionar. Pressão? Mas somos Homens ou somos Catraios pá? Que merda é esta!

#tudonossonadadeles #vamosportocaralho #semigual

Tudo muito bonito, tudo espectacular. Mas numa época em que o principal rival está mais fraco, e o outro rival demora algum tempo a começar a carburar, não me interessa andar aqui a falar de #colinhos e de equipas novas, de que é preciso tempo, etc, etc.

As coisas são como são, há que tê-los bem no sítio e que ser competente para ganhar troféus.

Para mim, este ano, é #SEMDESCULPAS.

Lope, é sem desculpas caralho!

Oupa!